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Depois de uma longa espera, a Nokia finalmente começou a produção do aparelho N95. Ok, novos celulares são lançados diariamente, mas qual o grande diferencial deste modelo, que justifique tanto alarde? Simples: a empresa conseguiu agregar mais e mais recursos aprimorados, em um único aparelho. Segue abaixo um resumo das funcionalidades do telefone:
Rede:3G /GSM Dimensões: 99 x 53 x 21 mm Peso: 120g Tela: 240 x 320 px, 16 milhões de cores Conectividade:EDGE, Bluetooth, Infravermelho, Wi-Fi Memória: 160MB internos, expansível até 2GB, através de cartão de memória Câmera: 5MP, com auto-foco, flash, gravação de vídeo e câmera secundária para video-conferência Áudio: Suporte a MP3, AAC, Rádio FM Outros recursos: GPS integrado, com mapa de mais de 300 cidades
Visualizador de documentos do Microsoft Office
Suporte a feeds RSS
Postagem de fotos diretamente no Flickr
(as especificações completas estão no final deste artigo)
Neste celular, a Nokia focou os recursose a conectividade, visto que a câmera é de excelente qualidade, há suporte para vários formatos de arquivos de áudio, e a memória é expansível. A conectividade também não faz feio, visto que há suporte para internet de alta velocidade, bluetooth, infra-vermelho e Wi-Fi. Outro recurso surpreendente é a integração com GPS, e a presença de mapas das mais importantes cidades (seráque o Brasil está mapeado?).
Os pontos negativos ficam em função das dimensões do celular, do limite de apenas 2GB para a expansão da memória – parece muito, mas quando se trabalha com arquivos de áudio e fotos de alta resolução, este espaço é rapidamente consumido – da resolução da tela (embora seja maior do que a maioria dos aparelhos existentes, um celular deste porte poderia ter uma tela melhor) e da ausência de tela sensível ao toque, que é bastante útil no dia-a-dia.
No contexto geral, o N95 é bastante inovador, e embora não tenha nenhum recurso inédito, possui grandes aprimoramentos, o que justifica o tamanho, o preço (ainda não foi duvulgado, mas nem precisa dizer nada, né?), e parte dos pontos negativos.
Nokia N95 Promotional Video
Para os nerds geeks de plantão, seguem abaixo as especificações completas do aparelho:
Rede: HDSPA (3G)/GSM Dimensões: 99 x 53 x 21 mm Peso: 120g Tela: 240×320px, 16M de cores Toques: MP3, Polifônicos (64 canais), Monofônicos Memória: 160MB internos; expandível até 2GB por cartão MicroSD Internet: GPRS, EDGE, HDSPA (3G) Wi-Fi: 802.11 b/g, suporte a UPnP Bluetooth: Versão 2.0 Infravermelho: Sim USB: versão 2.0 Sistema Operacional: Symbian OS 9.2 Câmera: 5MP, lentes Carl Zeiss, auto-foco, video VGA (30fps), flash Câmera Secundária: CIF, para videoconferência Outras funcionalidades:
- Suporte a GPS
- Mapas de mais de 300 cidades
- Suporte a MP3, AAC, AAC+, eAAC+, WMA
- Rádio FM
- Saída para áudio 3.5mm
- Saída para TV
- Visualizador de documentos do Microsoft Office
- Java MIDP 2.0
- Push to Talk
- Discagem por voz
- Viva-voz integrado
- Design dual-slide
Assim que o Windows Vista foi lançado, resolvi instalá-lo no meu PC pessoal, já que meu computador atendia as recomendações de hardware deste sistema operacional. No entanto, resolvi manter o bom e velho Windows XP, caso houvesse algum problema. A instalação do Vista ocorreu sem problemas, o dual-boot ficou funcionando perfeitamente, e nunca mais entrei no XP. A princípio, o Vista rodou perfeitamente, com um desempenho bom, sem travamentos ou quedas de desempenho. A maioria dos meus programas funcionou normalmente, e todos os periféricos foram instalados corretamente (a exceção ficou por conta de uma webcam, que eu nem usava).
Fiquei então, com um sistema operacional novo, bonito, moderno, estável, e que atendia a todos os meus requisitos. O que mais eu poderia querer? Passou-se mais de uma semana, e eu ainda continuava satisfeito com o Vista. Resolvi, então, a fazer a migração no notebook, mesmo sabendo que o desempenho não poderia me agradar (devido à placa de vídeo, on-board). Ignorei este pequeno contratempo, e fui adiante. Formatei o HD, e instalei somente o Vista.
Ao contrário do que eu esperava, não houve lentidões, instabilidades, nem qualquer problema. (Em tempo: a interface Aero não foi ativada, mas não vi nenhum grande problema nisso). Os dispositivos foram reconhecidos e instalados, e tudo funcionou perfeitamente bem.
No entanto, há alguns dias, o desempenho do Vista no computador desktop começou a cair; os programas demoravam a abrir, havia pequenos congelamentos na abertura ou funcionamento dos programas, o uso do processador ficava entre 70 a 100% durante a maior parte do tempo, e a quantidade de memória RAM consumida estava entre 1 e 1,2GB. Para mim, que deixo muitos programas abertos ao mesmo tempo, a situação tornou-se cansativa. Fiz um check-up completo no sistema, e o problema não foi resolvido.
Ontem, em um pequeno acesso de raiva, resolvi voltar para o Windows XP – que continuava instalado. Para a minha surpresa, o desempenho estava excelente. Tudo abria rapidamente, sem congelamentos, e o processador ficou “desafogado”. Apenas tive que atualizar os programas de segurança, e entrar no Windows Update (afinal, foram quase dois meses sem entrar no XP). Bastante satisfeito, defini este sistema operacional como primário, e estou usando-o durante a maior parte do tempo. A migração de programas e arquivos não foi problema, pois a maioria dos meus aplicativos são on-line, e poucos arquivos são salvos no meu computador (um dia escrevo sobre este assunto neste blog).
O laptop? Bem, este é um caso à parte. Ainda não sei o que farei, visto que o desempenho do Vista continua normal, mas mesmo assim, quando tiver tempo, vou formatá-lo e colocar o Windows XP (novamente). Esta experiência me fez decidir: só vou migrar definitivamente para o Vista daqui a algum tempo, quando ele já estiver consolidado no mercado (e eu trocar de computador).
O Google continua a trajetória rumo à dominação mundial expansão dos serviços, e o último anúncio da empresa é o do Google Phone, ou seja, o telefone celular do Google. O que inicialmente era um boato, foi confirmado pela diretora geral do Google Espanha, mas os detalhes ainda não foram revelados.
Especula-se que há uma parceria entre o Google e a Samsung para o desenvolvimento do aparelho, visto que há algum tempo, houve uma parceria entre estas duas corporações, em que o Google integraria alguns serviços, como o Google Search e o Google Maps, aos celulares da Samsung. Também é pouco provável que o Google iniciaria o desenvolvimento de um celular sem nenhuma parceria poderosa, visto que a empresa não possui experiência no ramo de telefonia móvel.
Há rumores de que o celular se basearia nas conexões 3G, teria conectividade Wireless e câmera de 2.0 megapixels. As fotos incialmente disponívels na internet também mostram que a tela será espaçosa, e parcialmente destacável, conforme ocorre com alguns aparelhos já disponíveis. A presença de teclas frontais e de um teclado QWERTY também nos permite concluir que não há touchsreen.
Os objetivos do aparelho ainda não foram divulgadas, mas podemos esperar algumas revoluções no que diz respeito a conectividade, visto que o foco primário da empresa é a convergência de serviços, via internet. Também há boatos de que o próprio Google desenvolveria o sistema operacional do celular. Embora a possibilidade seja remota, seria uma opção interessante, pois desta forma poderia haver uma maior integração entre os serviços da gigante da internet e o celular. Para o consumidor, esta opção também é vantajosa, visto que o Google prima pela simplicidade aliada aos recursos que realmente interessam ao usuário.
Como tudo tem o lado negativo, devemos lembrar que a Apple – outra empresa ligada à informática – recentemente anunciou o desenvolvimento do iPhone, e a concorrência entre os dois produtos seria pesada, o que poderia trazer um menor retorno financeiro para as duas marcas.
Também surge a dúvida: será que é vantajoso para o Google investir em um celular, visto que a maioria de seus serviços sequer saíram do estágio beta? Não seria preferível que a corporação focasse os trabalhos na internet, como sempre tem sido feito, antes de rumar a outras áreas de atuação? Só poderemos descobrir a resposta para estas perguntas daqui a alguns anos, embora o Google não costume jogar para perder.
Infelizmente, é pouco provável que o aparelho chegue ao mercado brasileiro à curto prazo, devido ao nosso vergonhoso sistema de telefonia celular, que consegue a proeza de unir tecnologia ultrapassada, péssimo atendimento, ausência de modernizações e custo alto, principalmente em relação à internet móvel.
O iPhone, celular da grifeApple ainda nem foi lançado, mas já gerou cerca de $400 milhões em publicidade gratuita desde o anúncio do produto, feito no início deste ano. Outro fato curioso é que enquanto as maiores empresas de tecnologia se faziam presentes na CES, a Apple (sozinha), conseguiu desviar grande parte da atenção da imprensa para a MacWorld Expo, onde foi anunciado o iPhone.
Como uma empresa, com pouco mais de 3% de participação no mercado de computadores, atrai tamanha atenção do mundo com apenas o anúncio de um único aparelho? Simples: muita estratégia e habilidade da equipe de marketing.
Aproveitando o assunto, elaborei a “cartilha de marketing” da Apple:
1. Crie produtos inovadores: parece simples, mas a obsessão da Apple em relação ao design e a inovação traz atenção para a empresa. Esta primeira lei se fez presente em muitos lançamentos anteriores, onde a Apple reformulou produtos antigos, criando dispositivos simples, bonitos e eficientes. O rol de produtos que seguem esta norma básica é grande: iPod, Mac Mini, iPhone, e vários outros.
O iPod não foi o primeiro MP3 player, mas uniu simplicidade, beleza e facilidade de uso em um único produto, o que deixou a concorrência em um patamar bastante inferior. A combinação fez tanto sucesso que mesmo hoje o iPod domina o mercado de tocadores digitais de músicas, e várias versões do produto já foram lançadas.
O Mac Mini não foi pioneiro na área de computação pessoal, mas foi o primeiro computador a unir o monitor ao gabinete, ser compacto, bonito e ter um sistema operacional simples de usar, mas ao mesmo tempo poderoso, eficiente e personalizável.
O iPhone também não é totalmente inovador, visto que outros celulares possuem até mais recursos do que o celular da Apple. No entanto, nenhum outro aparelho uniu beleza, recursos, qualidade e tamanho reduzido, características marcantes, que são o diferencial do iPhone.
2 – Seja simples: todos os produtos da Apple possuem uma característica em comum: simplesmente funcionam. Não é necessário conhecimentos avançados para fazer um equipamento funcionar e não preciso configurar dezenas de opções antes de começar a utilizar um dispositivo. No entanto, isso não diminui a quantidade de recursos disponíveis, e o usuário que deseja fazer ajustes minuciosos do produto, pode fazê-lo normalmente, sem grandes complicações.
3 – Não tenha medo do inimigo: dizem que a melhor defesa é o ataque, e a Apple conhece bem esta expressão. A empresa sempre desafia diretamente ou indiretamente os concorrentes, mostrando a superioridade de seus produtos. Uma ótima demonstração desta regra ocorreu durante o lançamento do Windows Vista, onde a Apple sugeriu que os usuários migrassem para o Mac OS X, em vez de adquirirem o sistema operacional da Microsoft. No anúncio, a empresa citou, de forma descontraída, as principais vantagens do Mac sobre o Windows, sem criticar o sistema rival.
4 – Exponha os produtos na mídia: cerca de metade dos computadores exibidos em filmes, seriados ou programas televisivos, são da Apple. Como o design destes é singular, o espectador identifica claramente o produto. Aproveitando o efeito Halo, onde o consumidor associa o produto a marca, cria-se uma imagem idealizada positiva da marca, que estimula a aquisição de produtos da Apple.
5 – Surpreenda: constantemente, somos surpreendidos por algum lançamento da Apple. O iPhone, por exemplo, já era esperado, mas mesmo assim a Apple não divulgou quase nenhum detalhe sobre o produto, estimulando os apple-fans a fazerem especulações e iniciarem longas e calorosas discussões pela internet, o que se traduz em propaganda gratuita para a Apple. Mesmo com toda a especulação, a empresa surpreendeu com o anúncio e demonstrações do celular, aumentando (novamente) a aparição da Apple na mídia, sobretudo na internet.
6 – Crie um vínculo com o consumidor: a grande maioria dos discursos da Apple é proferida pelo próprio Steve Jobs, o que cria uma forte ligação entre o público e o interlocutor, e aumenta ainda mais a excitação do momento. Steve também tem a habilidade de atrair a atenção dos presentes, o que deixa a apresentação descontraída e produtiva.
Todos estes aspectos geram uma grande presença gratuita na mídia, a qual chega a ser maior do que a paga. Mesmo com preços bastante um pouco mais elevados, a Apple consegue manter uma boa imagem perante aos consumidores, ao contrário do que acontece com outras corporações, gerando um “mito” em torno empresa. E tudo isso graças à brilhante estratégia de marketing.
Parte do texto foi baseada em uma matéria do jornal americano USA Today.
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Pessoalmente, eu não gosto de muitas janelas na barra de janelas do Windows, e também não suporto consigo usar o recurso de agrupar janelas semelhantes, presente nas versões mais recentes deste sistema operacional.
Mesmo com o recurso de abas, que facilitam a organização e a visualização de múltiplas páginas da internet, algumas vezes eu tenho várias instâncias do navegador aberta simultaneamente. Isso, somado às janelas de outros programas, causa um verdadeiro caos na minha barra de tarefas.
Uma solução prática e eficiente que encontrei foi a extensão “Minimize To Tray“, que funciona tanto no Firefox quanto no Thunderbird, e minimiza estes programas para ao lado do relógio do Windows, botando um fim na bagunça de janelas abertas.
Após instalar o plugin, você poderá escolher entre “sempre minimizar para a bandeja”, “minimizar para a bandeja ao fechar” e “restaurar a janela somente após um clique duplo no ícone da bandeja”.
A Better Light, empresa americana que produz câmeras fotográficas, apresentou a Super10K-HS™, que é capaz de capturar imagens com até 416 megapixels de resolução.
As fotos produzidas possuem tamanho de 10200×13600 pixels, com 48bits de profundidade de cores, e o tamanho médio do arquivo é de (incríveis) 795MB. Para armazenar as capturas, a câmera possui um disco rígido interno de 40 ou 80GB.
As imagens podem ser impressas no tamanho de 86×114cm, sem interpolação nem perda de qualidade, o que certamente deixará muitos fotógrafos profissionais bastante satisfeitos.
No entanto, a tecnologia empregada, denominada “Scanning Back”, não é totalmente original, visto que equipamentos de monitoramento meteorológico ou até mesmo em outras câmeras fotográficas digitais já usam a tal recurso.
O lançamento está previsto para ocorrer no fim de março, e o preço estimado é de quase $23.000,00.